1900


No início do século XX inicia-se o processo de regulamentação oficial de várias outras denominações de origem portuguesa. Madeira, Moscatel de Setúbal, Carcavelos, Dão, Colares e Vinho Verde vão assim juntar-se ao Vinho do Porto e aos vinhos de mesa do Douro.

Com o Estado Novo (1926-1974), é criada a Federação dos Vinicultores do Centro e Sul de Portugal (1933) que tem como principal papel contribuir para a regularização do mercado.

Sucedeu-lhe em 1937 a Junta Nacional do Vinho, organismo de âmbito mais alargado e com uma forte componente cooperativista, cuja intervenção considerava o equilíbrio entre a oferta e o escoamento, a evolução das produções e o armazenamento de excedentes em anos de grande produção, de forma a garantir a compensação dos anos de escassez.


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