Séc. XIX


O século XIX marca um período negro para a vitivinicultura em Portugal. Inicialmente pela devastação provocada pela doença do oídio, a que se lhe seguiu a praga de filoxera, inicialmente surgida na região do Douro em 1856, rapidamente se espalha a todo o país, devastando a maior parte das regiões vinícolas.

Colares foi a única excepção, já que a filoxera não se desenvolve nos terrenos de areia onde as suas vinhas são ainda hoje, cultivadas.

Vencida esta ameaça, a produção de vinhos portugueses inicia a sua recuperação, e os vinhos portugueses regressam à ribalta na grande Exposição de Londres de 1874.


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